18/04/2017

Alfredo II - Jamais jogar no imundo




Homenagear um jogador, personagem ou ídolo do Vasco só não é mais fácil do que vencer os jogos contra o framengo. Isso se deve aos inúmeros e infinitos que passaram pelos gramados do nosso nonagenário Estádio de São Januário.

Desta vez, o homenageado foi Alfredo II. O homem que jogou nada menos que 20 anos no Vascão, aliás, só no Vascão, passando pelo Expresso da Vitória e seleção brasileira. Para quem não o conhece, vale a pena googar e se encantar com a história desse jogador que amou o Vasco mais do que ninguém. Um jogador que não escolhia posição para jogar, apenas o time, a sua maior paixão ele não mudava. Uma utopia nos dias atuais. Reza a lenda, que marceneiros nunca conseguiram fazer uma estante que aguentasse todos os troféus recebidos por ele em sua casa.

Esta cerveja foi produzida em 18 de dezembro de 2016. Assim como Alfredo II, tivemos um hiato de homenagem nas cervejas devido a paumolescência do ano passado, mas voltamos, e ainda mais "Fabulosos".

A degustação aberta aconteceu no dia 22 de março em um churrasco entre vascaínos ilustres. Na ocasião, a união dos 4 amuletos da sorte, trouxe os 3 pontos na estrondosa vitória contra o Madureira por 1x0, com gol do Pikashow na estreia do técnico Milton Mendes em SJ. Teve direito a grito de casaca  (aqui ninguém regula quando pode ou não gritar). Confira vídeo abaixo.



No contra rótulo

Alfredo II, o coringa da Colina, jogou no Vascão de 1936 a 1956, fazendo parte do Expresso da Vitória. Ainda quando jogava na base, negou propostas dos fura-olhos florminenC, bostachôro, mulambos e ex-mecão. Tamanha era sua categoria e paixão, jogava em todas as posições que o fosse solicitado, inclusive no gol. Como se isso não bastasse, sacramentou o status de lenda em 1949, ano em que as definições de vascainidade foram atualizadas. A mulambada tentou contratá-lo após um período sabático no Vasco. Mas antes de assinar, escutou seu coração, virou a mesa, rasgou o contrato, mandou à merda e disse: sou Vasco, porra. E assim, voltou à Colina chegando à seleção brasileira.

Vai no Molejão e canta:
Que cilada, desilusão
Mulambo até tentou,
Mas sou cruz de malta de coração,
Não era Vasco, ôh, ôh, não era,
Não era Expresso, era Cilada.



Alfredo II Beer é uma cerveja do estilo Saison, com 3 tipos de maltes e 3 tipos de lúpulos. Dry hopping com lúpulo slovenia stryrian gold. Possui 8,5% de graduação alcóolica. Cor cobre claro, entre límpida e turva, corpo médio/baixo, éster médio/alto, com aromas damasco, carambola e levemente condimentada. Notas de mel acácia, caramelo e cereais com espuma fina e persistente. A primeira com receita 100% dos Templários Vascaínos Homebrewers.



05/09/2016

Invencíveis Beer

Ficar 34 jogos invictos não é mérito de um jogador apenas e sim de uma equipe. Para fazer a resenha dessa cerveja não poderia ser diferente. Convidamos um jornalista vascaíno de peso, ninguém mais ninguém menos que André Schmidt, o Garone, do Blog do Garone do Lancenet, conhecido pelos emocionantes e inspiradores textos após as partidas do Vasco. Primeiramente, obrigado Garone, a sua já deve estar a caminho. Apreciem sem moderação

Não há no mundo alguém que não tenha se sentido invencível após algumas cervejas. Intocado pela tristeza e banhado por nobreza. Entre goles e gols, os vascaínos se acostumaram a se sentir assim. Por 34 rodadas, daquelas que se pedem sem nunca querer a saideira, entre abraços amigos e brados embriagados, o Vasco se manteve. Ébrio de alegria. Por quase oito meses, a única ressaca conhecida pelas bandas de São Januário foi aquela acompanhada de um bom cheiro de churrasco e o delicioso gosto da vitória na boca. O acordar dos campeões. Durante mais de 200 dias, os vascaínos se embebedaram de invencibilidade. A invisível felicidade, degustável apenas por quem tem sensibilidade. Há quem diga que cerveja é amarga. Eu não tenho dúvidas que ser invencível é saboroso. A Invencíveis é. Tem gosto de vitória. Quem não gosta? 

André Schmidt (http://blogs.lance.com.br/garone/   Twitter @BlogDoGarone 

No contra rótulo

Ganhar um jogo, é pouco. Ganhar dois, é bom. Ganhar 34, é Vasco! Comandados pela dupla Jorginho e Zinho, noutro nível, só o impossível interessava ao Vascão que recuperou o prestígio perdido em 2015 sagrando-se Bi (tri) Campeão Carioca Invicto, atropelando mulambos, tricoflores e botachôros. Seguindo o novo acordo ortográfico, no dicionário da Colina a palavra derrota havia sido extinta. Nunca venderam tanta Colgate como nesses últimos 223 dias invictos. Era comum encontrar populares sorrindo na rua sem motivo aparente com dentes brilhantes, e você já sabia para qual time o felizardo torcia. Mas a grandeza desse grupo, foi muito além. Para não ultrapassar o recorde de vitórias do Expresso da Vitória, no dia 11 de junho, humildemente deixam o adversário vencer encerrando a invejada sequência. Solta a batida, DJ: fazendo alegria de multidões Vascão ostentando seus culhões, rival se estressa, estou noutro nível, só cume interessa, sigo invicto... meu amor, sigo invicto, invicto...

Invencíveis Beer é uma Sainson com 7,6% de álcool, ou seja, boa bagarai.


09/03/2016

PAI SANTANA BEER - Primeiro gole é pro santo




Fazer cerveja em casa não tem sido uma das tarefas mais frequentes dos Templários Vascaínos. Mesmo assim no dia 31/10/2015 produzimos nossa nona leva. Estivemos muito ocupados nas gozações com os rivais, em especial contra a mulambada que esquecemos de publicar esta postagem no seu devido tempo.

Voltando a falar no que também nos faz feliz.
Resolvemos voltar às origens e fazer novamente uma Indian Pale Ale. E como já deixamos as presepadas faz um bom tempo, todo o processo ocorreu sem barbaridades. Até que... Pois bem. Na etapa da fervura, ocorreu um certo tremor nas panelas.

Poderia ser o excesso de degustação dos cervejeiros depois de cinco horas de produção. Poderia ser o vento. Poderia. Mas não. Era o novo homenageado que havia chegado. Como se estivesse recebendo uma entidade, a panela com o mosto efervescente estremeceu, e a nova cerveja se autobatizou: Pai Santana Beer.  

Uma alegria enorme poder reverenciar essa querida e amada figura vascaína, que se revelou uma cerveja encorpada, de coloração cobreada, aroma frutado, bem lupulada e com 5,6% de volume de álcool. Ideal pra degustar enquanto estiver zicando os rivais.

No contra rótulo

Que o Vasco não precisa da ajuda das entidades do futebol para ganhar, não é novidade. Mas não vamos negar que um empurrãozinho das entidades divinas recebíamos e sempre foi muito bem-vindo. E o responsável pela linha direta com os deuses era o lendário massagista e pai de todos vascaínos, Eduardo Santana, o Pai Santana. Antes dos jogos, vestido de fraque branco, reverenciava de joelhos e beijava a bandeira cruzmaltina emocionando a todos.
Outro de seus rituais eram os "trabalhinhos", as mandingas, zicando nossos rivais e seus perebas, que sempre nos rendiam ótimos resultados. Depois de mais de 50 anos dedicados ao Vasco, no Dia de Todos os Santos de 2011, ele se transforma no novo reforço do time celestial, deixando saudades.

A bença, pai!

video

Cerveja é vida
Vasco é amor
Com ajuda divina
O time só ganhou
Pai Santana
Que todo mundo ama
Onde você estiver
Ajude o Vasco da Gama

Mais bobiças em https://twitter.com/templarios_crvg

26/08/2015

GIBASILVA BEER - De queimar a língua



Ao participarmos do último programa A Voz do Vascaíno de 2014, fomos indagados sobre o ano de 2015 do nosso Vascão. Com a esperança nas alturas, também pudera, recém havíamos saído da segunda depressão e crendo no mínimo em um título estadual, surgiu a promessa que o homenageado da próxima cerveja seria o jogador que fizesse o gol do título do Campeonato Carioca de 2015. Palpite somente para os raros, na época. Os jogadores ficaram sabendo disso e a briga para virar a Cerveja da Vez foi boa.

O Vascão tornou-se Campeão Carioca no dia 3 de maio com grande festa da torcida. Maraca lotado, mais que o dobro de vascaínos, mosaico o Maraca é nosso desde 50, show de luzes de celulares e grito de Casaca. Dois foram os craques que marcaram os gols nas finais pelo Gigante da Colina: Gilberto e Rafael Silva.

E assim, nasceu no dia 26 de junho, a prometida GibaSilva Beer. Uma American Red Ale, com dry-hopped de lúpulo Amarillo, pela primeira vez na história desses cervejeiros caseiros. A sangria da primeira garrafa ocorreu no dia 11 de agosto. Conferimos um leve aroma cítrico, coloração avermelhada e carbonatação vigorosa, com espuma cremosa e persistente. Graduação de 5,2% de álcool, muito pouco para acompanhar o time nos dias atuais. Harmoniza com charuto e bravatas perante torcedores rivais. Infelizmente a cerveja não ficou pronta a tempo do Giba poder receber sua merecida homenagem jogando pelo Vasco, mas com certeza será lembrado e estará para sempre em nossos corações.

---------------Contra Rótulo-----------------------
Para sagrar-se campeão carioca 2015, o Vascão não precisou de muito esforço para apagar a estrela deprimente do botachôro nas finais. Isto porque contava com Rafael Silva, o Neymar da Colina e Giba, que estava no Canadá. De contestados a iluminados. O homem do juízo final, Rafael Silva, que não vinha muito bem das pernas, falou com xezuis, que o garantiu um gol na final. De cara, ele fez dois. Giba, por sua vez, ficou triste? ficou triste não. Depois de despachar florminenC e frabajara, quando questionado, o homi dizia: a gente ganha. Missão dada é missão cumprida. Com duas vitórias nas finais por 1x0 e 2x1, após 11 anos dando um tempo no estadual, o respeito está de volta, ponto.

Enxugando as lágrimas, celebre os heróis.



Faturar dois títulos para valer um ♪ ♫ ♩♬
A gente ganha do florminenC e ganha do urubu ♩ ♬
Se o empate não vale nós quebramos os tabus ♪ ♫ ♩
Só chamar o homi que falou com xezuis ♪ ♫ ♩♬

13/05/2015

IPOJUCAN BEER - O destino escolheu o lado do maracã



Sábado de carnaval é um dia especial. Os foliões do Brasil inteiro estão em festa, com alegria nas pernas, e vão para os salões pular o tal carnaval. A farra se resume em tomar umas geladas, curtir marchinhas e paquerar umas mulatas (sempre de olho no tamanho dos gogós). No entanto, o sábado de carnaval dos Templários Vascaínos é diferente, ele pede mais, ele pede cerveja de qualidade, ele pede produção de cerveja. Sendo assim, não perdemos esta oportunidade e no último dia 14 de fevereiro de 2015, produzimos a nossa 7ª Cerveja Templária ao som da Unidos da Tijuca - de Gama a Vasco - a epopeia da Tijuca.

E ao som dos repiques de bateria, o homenageado da vez foi Ipojucan Lins de Araújo, o Ipojucan.
Você sabe quem foi Ipojucan? Nunca viu, nem ouviu mas agora vai ouvir falar. Simplesmente o 5º maior artilheiro na história do Vasco da Gama. Intitulado por estes despretensiosos Templários que o admiram como o espelho do Garrincha. Diziam que o tal Dr. Sócrates se "engambava" todo quando era comparado com o nosso craque. Com seus 1,90 m de alegria nas pernas, o canhota fez 225 gols pelo Gigante da Colina, sem contar os meio-gols quando deixava o Queixada pifado. 

Homenagear o Ipojucan foi o destino. Em uma destas partidas com atuação de garçom, após bela jogada, ele deu o passe para o Ademir Menezes, nosso Queixada, fazer o gol do título carioca de 1950 contra o ex-mecão. Neste jogo, curiosamente, ele precisou levar umas bolachas do técnico Flavio Costa para voltar do intervalo, devido a um surto de amarelite, ou talvez pressão baixa, falta de glicose já que era chegado na marvada também. E foi graças a este título que conquistamos o direito em campo, diga-se de passagem, de escolher em qual lado ficaria nossa torcida no estádio Mário Filho, também conhecido como Maracanã, também conhecido como nossa Sapucaí, também conhecido como o maior salão de festas Vascaíno do mundo.

A Vienna Lager Ipojucan Beer nasceu em um sábado de carnaval em meio a um ziriguidum oioi, e assim como o jogador, também precisou de um empurrãozinho (doses extras de fermento), para ficar no ponto. Uma cerveja lager, a primeira lager Templária, de coloração avermelhada, excelente carbonatação com espuma cremosa e persistente, aroma maltado levemente tostado e adocicado.  Possui 5,3% de álcool, e harmoniza com bolinho de bacalhau na companhia de fregueses fiéis.

E para celebrar mais esta conquista, não precisa ter samba no pé. Apenas com os dedos indicadores pra cima, cante a marchinha: 

Ipojucan, Ipojucan, podes escolher o lado do Maracanã (2x).
É o destino ver o freguês perdê
Pague as duas séries bê
Ipojucan festa e cachaça
Toma bolacha pro Ademir fazê de placa

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Alô, povão agora é sério. Apeeeeeeeeeeeeeeeerte o play!



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Fotos do churrasco na casa do Maurão Vascaíno no dia 6 de maio de 2015.




26/01/2015

PEDRINHO BEER - Quem tomou ficou em desalinho

Para um clube de futebol, revelar um jogador feito nas categorias de base é um grande orgulho.
Todo o investimento e ensinamentos resultam em um jogador com extrema identificação com o clube, ainda mais, se este jogador for um craque, um cobiçado camisa 10.
No Vasco, um bom exemplo foi o Pedrinho. Jogando futsal, começou mostrar sua habilidade e velocidade no Vasco com apenas 6 anos de idade, conquistando vários títulos no profissional, como Brasileiros, Mercosul, Libertadores e em especial, a Taça Guanabara de 2000.
E nos Templários Vascaínos Homebrewers não poderia ser diferente.
A cerveja da vez foi uma Strong Golden Ale e o homenageado? Pedrinho, lógico.
Uma cerveja forte, de coloração dourada com aroma frutado, levemente lupulada e com incríveis 10% de volume de álcool. Ideal para acompanhar o time em 2014/2015.
Pedrinho Beer levou exatos 4 meses para ficar ponta, bem mais comparando-se com as anteriores.
Ela harmoniza muito bem com ave de penas escuras e de aroma não agradável.

Contra Rótulo
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Foi na Taça Guanabara de 2000 que Pedro Paulo de Oliveira, o Pedrinho, também conhecido como o "Embaixador do Silêncio" cravou ainda mais seu nome na história do Vasco. Na partida do chocolate 5x1 contra o framengo, o guri fez gol, mandou a mulambada ficar sentada e quietinha, esculachou e fez embaixadinhas. A partir deste dia, a Lei do Silêncio foi rebatizada para a "Lei do Pedrinho". Em ritmo gauchesco, celebre o camisa 10.

Foi num baile no maraca,
Que um tal de Pedrinho esculachava,
Fazia gol, embaixadinhas e depois te calava,
Só se ouvia o choro mulambo,
pára Pedro, Pedro pára...

Clicando nesse link, a partir 1:42:00, tem o vídeo dos Templários Vascaínos em participação do programa A Voz do Vascaíno contando os dizeres do rótulo da Pedrinho Beer e a música, com direito a coreografia e tudo. Algumas fotos em AQUI

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A próxima produção de cerveja deve acontecer em fevereiro. O estilo e homenageado serão ainda escolhidos. Aceitamos sugestões.

09/09/2014

BARBOSA BEER - Tá com tudo e não tá prosa!


Antigamente, da Lua, era possível ver duas muralhas: a da China e a da Colina. Era assim, um verdadeiro paredão que Moacir Barbosa Nascimento, o Barbosa, goleiro vascaíno do Expresso da Vitória impedia os gols adversários e não se cansava de ganhar títulos pelo Vascão. Ao se aposentar, mudou-se do Rio para Praia Grande-SP em dois caminhões, um para levar os móveis e outro para as medalhas e troféus. Mesmo com uma carreira vitoriosa foi marcado por uma suposta falha na final da Copa do Mundo de 1950. E quem é velho guerreiro sabe e canta: 

Fica ligado Barbosa (tãtãtãããããn)
E vê se não se acanha (♩ ♫ ♩ ♫ ♪ )
Porque feio mesmo 
Porque feio mesmo
É levar 7 da Alemanha!
Ó Terezinha, ó Terezinha
Teu pai era o maior goleiro que o Vasco tinha (♩ ♫ ♩ ♫ ♪ )
Ó Terezinha, ó Terezinha
Teu pai era o maior goleiro que o Vasco tinha  (♩ ♫ ♩ ♫ ♪ )


A responsabilidade ficou maior. A bagulho agora é sério. Cumprindo a promessa feita à Tereza Borba - filha do goleiro Barbosa, no programa A Voz do Vascaíno dos Fanáticos da Colina, os Templários Vascaínos Homebrewers produziram no dia 20 de julho 2014 sua 5ª leva de cerveja e a batizaram com o nome de um dos maiores vencedores do clube, se não o maior.  Sai que é sua Barbosa! Tá com tudo e não tá prosa!

Desta vez produzimos uma cerveja tipo Blonde Ale, bem mais leve do que as IPAs anteriores. Com teor alcoólico de 4,8% e honrosos 36 litros. Barbosa Beer harmoniza com churrasco na laje, alegria e vitórias.

E foi assim, com poucos erros e muitos acertos que a Barbosa Beer surgiu, igualmente ao homenageado que teve muitos acertos e poucos erros na sua trajetória futebolística.
A próxima produção promete sair nesse mês de setembro. Ainda não decidimos qual o estilo, mas devemos procurar uma gelada com teor alcoólico estratosféricos que nos proporcione um relaxamento maior ao assistir os jogos do Vascão em 2014. Aguardem!

23/07/2014

QUINHONES BEER, dá medo de encarar


Mais devagar que tartaruga manca!

Mais atrasado que bola de porco!
Mais demorado que enterro de rico!
Esse é post do quarto lote da fabricação da Cerveja dos Templários Vascaínos Homebrewers.
Pois bem, no dia 18 de maio de 2014 foi produzida. Por motivos de força maior, não foi publicada antes. No dia 13 de julho 2014 foi lançada no programa A Voz do Vascaíno.
Pois é amigos! Depois de aparecer no Verminosos por Futebol, Revista Placar e Netvasco, os Templários Vascaínos foram convidados a participar do programa A Voz do Vascaíno, junto com Tereza Borba, filha do lendário goleiro vascaíno Barbosa!
Primeiramente ficamos lisonjeados e até um pouco abestados. Segundamente, já que demorou pra sair, por que não esperar mais um pouquinho e lançar o 4º lote no programa?
Feitooooo! Quinhones Beer, dá medo de encarar!
A escolha do nome se deu pois desta vez, ficamos totalmente na defensiva, preocupados em conseguir produzir a quantidade máxima possível, aumentar a nossa eficiência de brassagem, que resultou num inédito "backup-de-mosto". Vocês sabem, perde-se cerveja durante a fervura por evaporação, por que não fazer um pouco mais e "repor" aos poucos durante a fervura? Depois desta e diversas trapalhadas, o nosso estrangeiro homenageado foi o equatoriano Holger Abrahmam Quiñonez Caicedo, suposto pai do Jomar, segundo boatos em conversas nos corredores de São Januário. Um ícone da conquista do brasileiro de 1989. Quinhones, com seu jeito espalhafatoso e raçudo, arrastou seus dreadlocks pelo Vasco de 89 a 90 e está vivo para sempre na memória dos vascaínos. Quer saber mais sobre a história do Quinhones, veja o vídeo a partir das 02:27:00 do programa A Voz do Vascaíno.  Quer ver um flamenguista tomando uma Templários Vascaínos? veja o vídeo http://www.youtube.com/watch?v=Rbai2fkh4M4
Quer ver um colorado tomando uma Templários Vascaínos? Veja o vídeo http://www.youtube.com/watch?v=FVbb6dgYED4. E quem não é vascaínoem ritmo punk terá que cantar, o Quinhones é o pai do Jomar”. A próxima cerva acabou de ser produzida, domingo último passado, dia 20 de julho de 2014. Seu nome? Seu estilo? Sua quantidade? Aguardemmmmmmm!

26/05/2014

THALLESMÃ BEER - Brilha muito na colina

Dia 30 de abril de 2014 ocorreu mais uma brassagem, também conhecido como fabricação da terceira cerveja da Templários Vascaínos Homebrewers.

Outra vez produzimos uma Indian Pale Ale, vulgo IPA, afinal, não podemos partir para outro estilo enquanto a IPA não sair do jeito que tem que ser, além de aproveitar os insumos já comprados.

Foi um dia de respirar fundo, concentração total e bora fazer com todo cuidado, evitar os vários deslizes que cometemos na Valdiram e Cazalbé e esperar que ela brilhe ao paladar desses vascaínos.

Então, após 7 horas dedicadas e com todos os cuidados possíveis cuidadosamente cuidados, o mosto foi para o fermentador e prometeu ser uma grande cerva devido aos seus excelentes números conquistados depois da brassagem.

E por mais óbvio e justo que se pareça, esse terceiro lote foi batizado de TALLESMÃ BEER, brilha muito na Colina! Afinal, ele é o jogador do Vasco que tem tudo pra brilhar muito na Colina e Seleção Brasileira (Alô, Felipão).

Seu teor alcoólico ficou excelente: 6,8% (uma IPA deve ficar entre 5,1 e 7,6%).

A ansiedade de beber é sempre grande. Nas outras duas, pulamos uma etapa da produção chamada maturação. A Thallesmã Beer passou por esse processo. Então, a partir de agora uma cerva produzida leva praticamente 30 dias para ser consumida. Mas essa semana não seguramos a petéca e abrimos uma garrafa para experimentar. Logo no primeiro gole foi constatado que a Thallesmã cumpriu o que prometeu. Mesmo sem o tempo de carbonatação e amadurecimento ideal, se tornou em é uma talentosa cerveja.

Se nas outras tivemos elogios, essa então não tem como não ter!

Cor linda! Cheiro bom. Sabor ótimo.

Pena que a quantidade é pouquíssima (+/- 4 litros), abaixo do que deveria.

Tallhesmã Beer harmoniza bem com lombo assado e bolinho de carne com mostarda escura.

PS: O quarto lote já foi produzido e encontra-se no processo de fermentação. Seu nome será em homenagem a um estrangeiro raçudo cruzmaltino. Aguardem!

12/05/2014

CAZALBÉ BEER - Difícil de controlar

Em um belo ensolarado domingo de março, precisamente no dia 30, brassamos a segunda leva da Templários Vascaínos Homebrewers. Novamente optamos por uma Indian Pale Ale. Um dia a gente fica bom e parte para outro estilo. Logo no começo, houve um pequeno descontrole na temperatura que subiu subitamente nas alturas e demorou para ser controlada. Aí surgiu a pergunta: qual é/foi o jogador esquentadinho do Vasco? Logo, surgiu a CAZALBÉ BEER, difícil de controlar. O controle de temperatura foi um fiasco, o que resultou em uma cerveja acobreada escura, turva e amarga, com ibu's nas alturas. Principalmente porque além da temperatura descontrolada a quantidade de lúpulos foi adicionada no zolhômetro.  Muitos elogios de se desconfiar referente ao sabor, no entanto, quase uma unanimidade com relação ao cheiro de nachos, bem suspeito. Seu teor alcoólico ficou em 4%, que deixou os Mestres Cervejeiros muito contentes. Cazalbé Beer harmoniza bem com biluzitos e rollmops.

PS: Desde a data da produção da Cazalbé Beer até a data dessa publicação muitas coisas não boas aconteceram, dentre elas um título roubado de carioquinha e a contratação do nosso homenageado pelo foguin, mas isso só pode significar uma coisa: estamos no caminho certo, vamos beber, pois razões não nos falta. Se puder fazer a sua bebida então melhor ainda!

26/03/2014

O bom filho à casa torna

 
No dia 18/04/2013 esse blog - e fanpage - narcisita, esdrúxulo e de gosto duvidoso, fez seu último post em protesto pela venda do Dedé a um clube do Brasil. A promessa foi que este blog deixaria de existir, ou ser atualizado, pelo menos até o Roberto Dinamite estiver no comando ou o Vasco ser campeão de alguma coisa, o que vier primeiro. Arrá! Então vocês não têm palavra, diriam os mais radicais. Espere, voltamos só que não. Quando paramos, o Vasco do Dinamite ainda estava na primeira divisão. Foi um ano de muita bebedeira. Afogamos as mágoas em todos os bares de Blumenau e região, tentando esquecer a quase eterna fase negra que paira sob São Januário. E eis que um belo dia ou noite, não me lembro, nos deu um estalo. A grana ficou curta para afogar tantas decepções. Precisamos tomar mais uma, só que desta vez, atitude. Moramos na terra da cerveja, adoramos cervejas, por quê não fazer cerveja? Eis que surgiu a Templários Vascaínos Homebrewers. A ideia foi fazer cerveja de qualidade, em casa, e a cada leva, homenagear um jogador, um craque, um ícone, uma figura vascaína. Iniciamos no dia 1 de março de 2014 e dia 15 de março (Vasco x flor) com gol do mamador em impedimento para variar, abrimos a primeira. O homenageado, a leva, foi batizada de Valdiram Beer - Um abuso de cerveja. Uma cerveja Indian Pale Ale, cor âmbar, um pouco turva. Seu aroma levemente cítrico com notas frutadas (um pouco de florminenC nela), destacando-se ao final um amargor seco. Seu teor alcoólico é de pífios 1,33% (O Valdiram está em fase de recuperação). Harmoniza bem com baconzitos, cheetos e carne de urubu. Quem sabe o próximo post não seja por causa do título carioca, mas se isso não ocorrer, talvez tenhamos inspiração para a próxima produção de cerveja ser em homenagem a mais um jogador, um craque, um ícone ou uma figura do C. R. Vasco da Gama.